quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

CINEMA E POESIA em JOÃO PESSOA

O ESCRITOR E POETA IVERSON CARNEIRO E sua filha MANAÍRA CARNEIRO surpreendem pelo conhecimento e atualidade de suas atividades: cinema, teatro, poesia!

Escritor Iverson Carneiro chega a João Pessoa nesta segunda, dia 9, juntamente com sua filha,
a cineasta Manaíra Carneiro, para uma série de atividades.
Ela irá ministrar um workshop sobre roteiro cinematográfico e fazer uma palestra sobre a experiência dela com cinema na periferia do Rio de Janeiro.
Iverson Carneiro estará autografando seu livro no Lima Penante no próximo dia 17.
Manaíra Carneiro dirigiu um dos episódios do filme 5XFAVELA, AGORA POR NÓS MESMOS, que fez suceso nos festivais de Canes e Havana, em 2010.
As apresentações tem o apoio da FUNJOPE e da Prefeitura de João Pessoa. Workshop : da idéia ao filme - Oficina de Roteiro
“Através deste workshop, a Secretaria de Politicas Publicas para as Mulheres pretende revelar novos talentos e potencializar a capacidade criativa de cada uma destas mulheres, que não tiveram condições de participar de um curso de cinema, e agora, encontram esta oportunidade de poder entrar neste mercado de cinema e televisão"
Cinema e periferia – Na segunda-feira (16), Manaíra Carneiro ministrou a palestra ‘Cinema na Periferia’, às 19h, no Teatro Lima Penante, com entrada aberta ao público e participação da videasta paraibana Ana Bárbara Ramos. Manaíra vai contar sua trajetória no cinema brasileiro e a experiência de ter roteirizado e dirigido o episódio ‘Fonte de renda’, no longametragem ‘5xFavela – Agora por nós mesmos’, lançado em 2010.
Manaíra, que nasceu na Paraíba e atualmente mora no Rio de Janeiro, vem desenvolvendo oficinas de produção audiovisual no Complexo da Maré, conjunto formado por 13 comunidades cariocas, buscando desfazer os estereótipos criados pela mídia comercial e o próprio cinema em relação a quem mora nas favelas brasileiras. “Esta é uma missão que tenho como obrigatória. Por meio deste trabalho, estas pessoas se empoderam e podem falar sobre a sua realidade, com o olhar verdadeiro de quem mora nestas comunidades”, ressaltou.
Texto copiado do site Cabedelo Noticia Autoria: Fred William Nota: como participante deste Workshop em João Pessoa, quero agradecer a oportunidade de me aproximar da arte cinematográfica, que me conquistou nos anos 70, e agora se desvenda a meus olhos abismados, através da cineasta Manaíra Carneiro.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

SEJAMOS FELIZES

Seja legal Com seu amor Seja legal Sem pudor Seja gentil Com sua figura Seja gentil Sem frescura -------------------------------------------------------------------------------------------------
------------------------------------------------------------------------------------------------- gentileza sempre, abraaqui, agora, ontem, hoje e amanhã. sem mau humor, ou olhar vulgar. olho dentro do olho, mesmo distante.. sem mudar de calçada para o abraço... deixar aberto o abraço... dividir o espaço, o metro quadrado, sendo legal o calor, mesmo com ventilador... A vcs, um feliz natal e felizes anos pares e ímpares!!!! a vcs, a cançao em auto-astral: http://letras.terra.com.br/marisa-monte/1982242/ com poesia e minha Assinatura. curta o amor, curta o amigo - que é amor que fica!! abraços de perto valberto cardoso Nota: Valberto Cardoso é um dos novos poetas paraibanos, nova geração dos amantes das letras, das artes, da vida. Ceci ou Severa, com o mesmo coração.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

EM DEFESA DA CHANANA

Refletindo sobre a importância de conhecermos melhor nossas possibildades de saúde através do uso das plantas, copiei este texto da net, agradecendo aos formuladores do mesmo.

A chanana (Tunera guynensis L), é uma que se encontra facilmente nas ruas, calçadas, canteiros de avenidas, terrenos baldios, praças de nossa cidade. Tem uma flor branca com o fundo amarelado e o centro preto. Por ter raízes grossas ela resiste às intempéries do clima. Faz uma copa no chão e flora o ano inteiro. Quando eu era criança, lembro de um pé de chanana que nasceu no pé do cruzeiro da Igreja Velha de Capistrano, demolida em 1974. A planta chamava a atenção de todos. A professora Lourdenise pinheiro, minha mãe, 91, escreveu um pequeno artigo sobre a chanana do cruzeiro. Hoje ela defende que a Prefeitura de Fortaleza deveria não arrancar as chananas da rua. Faço da idéia de minha mãe, o mote deste pequeno artigo: Propor a Prefeitura de Fortaleza ter um tratamento diferenciado em relação à chanana de nossa capital.

Ainda é tempo de salvarmos a chanana. Que tal deixar alguns canteiros centrais, notadamente da periferia, onde a prefeitura realmente não planta nada ou se planta, abandona, não rega durante o nosso verão. Um exemplo de abandono neste aspecto é a Av. Osório de Paiva da ponte do Siqueira até o anel viário, não tem quase nenhuma árvore, as raras que tem foi a população que plantou, a prefeitura, ao contrário arrancou as poucas que existiam e substituiu por cimento, para esquentar mais a região. Em locas assim, em canteiros que a prefeitura só faz arrancar e nada planta, proponho que deixe a chanana, arranque somente o capim e os outros matos.

Os técnicos da Secretaria de Meio ambiente, estão mais preparados para orientar um procedimento dessa natureza do que nós, que não somos da área, enquanto os paisagistas podem adaptá-la de modo adequado. O certo é que deveríamos incorporar a chanana como planta de decoração de nossa cidade e preserva-la. Por outro lado, a preservação da chanana vai proporcionar ao setores fitoterápicos de nossas universidades e ao público em geral, a oportunidade de utilizar as suas raízes em pesquisas, em tinturas, chás etc, de uso medicinal. A Universidade Federal do Maranhão tem um projeto fitoterápico dirigido pelo Herbário Ático Seabra, naquela universidade, que usa a chanana. A pesquisadora venezuelana, Alba Menezes, também faz pesquisas com a chanana e a levou para a Venezuela. A tintura da chanana está sendo utilizada no tratamento de câncer, de aids etc. (http://quintaldapaula.blogspot.com/) Mas muito antes dessa pesquisas as pessoas usavam a chanana para faze xaropes, a chanana é muito conhecida entre os raizeiros. Por tudo isso e muito mais, vamos propor à prefeitura de Fortaleza, que nesta semana do meio ambiente, tome a decisão de incorporar a chanana entre os vegetais que precisam ser preservados em nossa cidade e dar a ela um lugar de desta que em nossa paisagem urbana. Para que esta fúria contra a Chanana? porque arrancar todos os anos, às vezes duas vezes por ano as chananas de nossa cidade? Por que ao contrário, não preservamos nossas chananas. Para dar exemplo, esta semana, plantei três pés de chanana no pequeno canteiro de minha calçada. Se a prefeitura não fizer, vamos fazer, enquanto cidadãos. Vamos preservas a chanana que estão em nossas calçadas, ou no canteiro em frente a nossas casas. Esta é nossa proposta para discussão na semana do meio ambiente.

Embaúba é designação comum a várias espécies de árvores, principalmente do gênero Cecropia, podendo chegar a 15 m de altura. Pertence ao estrato das plantas pioneiras da Mata Atlântica. É também chamada de árvore da preguiça, pois seus frutos são alimento preferido por este animal.

As embaúbas são árvores leves, pouco exigentes quanto a solo, e muito comuns em áreas desmatadas em recuperação. Possuem frutos atrativos a várias espécies de aves, são capazes de se dispersarem rapidamente. Como possuem caule e ramos ocos, vivem em simbiose com formigas especialmente as do gênero Azteca, que habitam no seu interior e que as protegem de animais herbívoros – daí seu nomes castelhanos de hormigo ou hormiguillo.

(Fonte: Wikipedia)

EM DEFESA DA CHANANA

A chanana (Tunera guynensis L), é uma que se encontra facilmente nas ruas, calçadas, canteiros de avenidas, terrenos baldios, praças de nossa cidade. Tem uma flor branca com o fundo amarelado e o centro preto. Por ter raízes grossas ela resiste às intempéries do clima. Faz uma copa no chão e flora o ano inteiro. Quando eu era criança, lembro de um pé de chanana que nasceu no pé do cruzeiro da Igreja Velha de Capistrano, demolida em 1974. A planta chamava a atenção de todos. A professora Lourdenise pinheiro, minha mãe, 91, escreveu um pequeno artigo sobre a chanana do cruzeiro. Hoje ela defende que a Prefeitura de Fortaleza deveria não arrancar as chananas da rua. Faço da idéia de minha mãe, o mote deste pequeno artigo: Propor a Prefeitura de Fortaleza ter um tratamento diferenciado em relação à chanana de nossa capital.

Ainda é tempo de salvarmos a chanana. Que tal deixar alguns canteiros centrais, notadamente da periferia, onde a prefeitura realmente não planta nada ou se planta, abandona, não rega durante o nosso verão. Um exemplo de abandono neste aspecto é a Av. Osório de Paiva da ponte do Siqueira até o anel viário, não tem quase nenhuma árvore, as raras que tem foi a população que plantou, a prefeitura, ao contrário arrancou as poucas que existiam e substituiu por cimento, para esquentar mais a região. Em locas assim, em canteiros que a prefeitura só faz arrancar e nada planta, proponho que deixe a chanana, arranque somente o capim e os outros matos.

Os técnicos da Secretaria de Meio ambiente, estão mais preparados para orientar um procedimento dessa natureza do que nós, que não somos da área, enquanto os paisagistas podem adaptá-la de modo adequado. O certo é que deveríamos incorporar a chanana como planta de decoração de nossa cidade e preserva-la. Por outro lado, a preservação da chanana vai proporcionar aos setores fitoterápicos de nossas universidades e ao público em geral, a oportunidade de utilizar as suas raízes em pesquisas, em tinturas, chás etc, de uso medicinal. A Universidade Federal do Maranhão tem um projeto fitoterápico dirigido pelo Herbário Ático Seabra, naquela universidade, que usa a chanana. A pesquisadora venezuelana, Alba Menezes, também faz pesquisas com a chanana e a levou para a Venezuela. A tintura da chanana está sendo utilizada no tratamento de câncer, de aids etc. (http://quintaldapaula.blogspot.com/) Mas muito antes dessas pesquisas as pessoas usavam a chanana para fazer xaropes, a chanana é muito conhecida entre os raizeiros. Por tudo isso e muito mais, vamos propor à prefeitura de Fortaleza, que nesta semana do meio ambiente, tome a decisão de incorporar a chanana entre os vegetais que precisam ser preservados em nossa cidade e dar a ela um lugar de desta que em nossa paisagem urbana. Para que esta fúria contra a Chanana? porque arrancar todos os anos, às vezes duas vezes por ano as chananas de nossa cidade? Por que ao contrário, não preservamos nossas chananas. Para dar exemplo, esta semana, plantei três pés de chanana no pequeno canteiro de minha calçada. Se a prefeitura não fizer, vamos fazer, enquanto cidadãos. Vamos preservas a chanana que estão em nossas calçadas, ou no canteiro em frente a nossas casas. Esta é nossa proposta para discussão na semana do meio ambiente.

(Fonte: Wikipedia)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Paraibano lê só 4,2 livros por ano

De acordo com a última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, o brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano, sendo que 3,4 são livros indicados pela escola (incluindo didáticos) e apenas 1,3 livros são lidos fora da escola. O paraibano lê um pouco menos: 4,2 livros por ano. Nos três meses anteriores a pesquisa, 45% da população pesquisada disse não ter lido nenhum livro. Isso mostra quanto a leitura precisa ser estimulada na população brasileira. Para a bibliotecária e coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba, Geisa Flávia Câmara, esse estímulo deve começar nas escolas, mas algumas instituições trabalham os equipamentos de leitura de maneira equivocada. “A leitura deve ser trabalhada como instrumento de lazer, libertação e prazer, nunca como castigo. O aluno gazeia aula, por exemplo, e como castigo ele é levado para a biblioteca”, ressaltou. A vice-coordenadora do curso e também conselheira do Conselho Regional de Biblioteconomia, Alba Lígia de Almeida, concorda com a colega e acrescenta: “Os alunos não sabem utilizar a biblioteca e todos os serviços que ela oferece, justamente porque não há profissionais capacitados”, alertou. A categoria vem lutando pela presença de bibliotecários formados em todos os equipamentos, sejam bibliotecas públicas, escolares ou particulares. De acordo com a Lei 12.244/ 2010, até 2020 todas as escolas públicas e privadas devem ter bibliotecas e estas devem contar com profissionais qualificados. Os resultados deverão surgir em médio prazo, mas, para Alba Lígia, a Lei representa um grande avanço e terá um papel significativo na educação de crianças e adolescentes. “O papel do bibliotecário não é só gerenciar livros, mas promover o acesso a informação e o estímulo a leitura através de várias ações, desde a organização de uma vitrine que chame a atenção do leitor, até contar histórias, e se o bibliotecário não tem esse dom, ele pode ser um mediador. O que não pode é transformar a biblioteca em depósito de livros”, afirmou. Conselheiro de governança do movimento Todos Pela Educação, Mozart Neves Ramos afirma que o papel do bibliotecário no século 21 mudou radicalmente. “O profissional tem que ter a percepção de que a biblioteca não é apenas um lugar de armazenar livros e que o seu papel não é controlar devolução e empréstimo de livros. Hoje o bibliotecário tem que ser um catalisador, ele deve ajudar os alunos a chegar de modo mais fácil ao conhecimento”, comentou. De acordo com o Censo Escolar 2010, das 1.190 escolas públicas da rede estadual, 509 têm bibliotecas ou salas de leitura, o equivalente a 42,47%. Já nas redes municiais de ensino, o número é ainda mais alarmante. Apenas 12% das escolas dos municípios paraibanos possuem bibliotecas. São 6.008 escolas e apenas 721 bibliotecas. Trecho do artigo assinado por Larissa Claro

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Buscar a Primavera

Procurando a primavera o dia todo,
não a encontrei.
Apoiando-me em meu bastão,
atravessei montanhas e montanhas,
e voltando para casa
segurei um galho de ameixeira.
Ali a encontrei: florescia em sua ponta. DAI EKI Agradecendo a colaboração de Paulo Bernardes

terça-feira, 19 de julho de 2011

Rasgando papéis

A mesa está atordoada de papéis, revistas inúteis, rascunhos saturados,

a decisão é liberá-la do sufoco.

De repente, olho uma bolsinha, os guardados parecem sem vida,

precisam partir para o mundo da reciclagem:

comprovantes de eleições de duas décadas se enojam de estar parados,

gritam socorro.

Tomo um a um, e vou rasgando, enquanto meu cérebro acusa ladrões de nossos impostos,

bem vestidos, os canalhas, os privilégios, nossa impotência?

Antigas carteiras de estudante dos filhos, minha carteira do MEC registra o nº do processo da legalização do diploma da UFPB!

Agora, para que servem esses papéis e carteirinhas que um dia abriram portas?

Vejo meu passaporte vencido, vontade de também rasgar,

paro ao ver minha cara de há 6 anos.

Outra carteirinha de estudante completa 40 anos.

Rasgar não. Melhor deixar para ser olhada outras vezes, dentro do passaporte verde.

Era verde, ficou roxo.

Certamente de vergonha.